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Vantagens do Uso do C

26/08/2008

As vantagens do uso do cão:

NÃO LETALIDADE:

O cão está classificado pelas convenções de direitos humanos como arma não letal, posicionando-se no 3º nível do uso da força, abaixo das armas de fogo (1º nível) e das armas de impacto (2º nível).

Você já pensou nas conseqüências de um segurança disparar um tiro com uma arma de fogo contra um garoto que invadir uma propriedade para vandalizar ou mesmo para furtar algo? Todos dentro do escalão de comando da empresa contratante e da contratada responderão solidariamente pelo abuso da força, e não somente o agente de segurança executor do disparo, como muito.

O emprego do cão dá condição ao agente de segurança de empregar a força de forma escalonada, de acordo com o nível da agressão. Com o uso do cão há a possibilidade de se cessar uma agressão tão logo a força adversa interrompa sua ação, caracterizando o uso proporcional da força. Esta capacidade de escalonamento da força é fundamental para os agentes de segurança no presente e no futuro, e é o que respalda legalmente a sua ação.  

CÃO X ARMA DE FOGO

Nos dias de hoje, além dos riscos que as armas de fogo apresentam e das conseqüências catastróficas que um acidente poderia causar ao agente e ao contratante, elas criam cada vez mais um novo nicho criminoso: o do roubo de armas. Então, empresas que necessitam de proteção para o seu patrimônio e que incrementam a segurança com a utilização da arma de fogo, acabam atraindo um novo tipo de ladrão: o de armas.

GRANDE EFEITO MORAL:

O medo de cães agressivos é uma característica instintiva nos seres humanos, diferentemente do medo das armas de fogo, que é um medo aprendido. Por isso o efeito moral que um cão gera trabalhando na segurança e tão grande.

A maioria dos meliantes teria mais receio de enfrentar um bom cão de proteção do que um homem armado.

Outro fato que justifica isto é a imprevisibilidade de reação do cão, aliada a impossibilidade de uma negociação, ao contrário do ser humano, que é bem mais previsível e passível de ceder às pressões e negociações.

PROTEÇÃO À VIDA DO PRATRULHEIRO / VIGILANTE:

Durante uma ronda de rotina, ou mesmo dentro de uma guarita, um rondante/vigilante armado nada tem a fazer caso seja surpreendido por um meliante também armado, e sua arma nessa situação de nada vale. Já acompanhado de um bom cão o quadro é totalmente diferente. Primeiro porque a capacidade de percepção do cão é muito superior a do ser humano, reduzindo em muito a possibilidade de uma rendição surpresa. Em segundo lugar porque mesmo no caso de concretização da abordagem, o meliante se deparara com uma situação inusitada, de não poder exigir ao rondante/vigilante que ele se entregue, e de não poder atirar, pois liberaria automaticamente o cão em sua direção.

REDUÇÃO DE CUSTOS:

Um fator de grande importância para o empresário é o custo. O uso do cão no sistema de segurança reduz drasticamente os custos, pois não gera direitos trabalhistas, não tem férias, 13º salário, plano de saúde etc.

Além disso, o cão pode interferir em dois outros fatores de redução de custo:

01. A diminuição de efetivo de pessoal:

Em determinadas áreas em que seriam necessários dois rondantes trabalhando, para que um protegesse o outro, poder-se-ia reduzir um, colocando apenas um rondante trabalhando com o cão.

02. Não utilização de arma de fogo:

Com a implantação do Estatuto do Desarmamento, a propriedade e o porte de uma arma de fogo tornaram-se um ônus altíssimo dentro do sistema, tanto burocrático quanto financeiro.

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